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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Hotel em Milão

Em um primeiro momento o quarto do Milano Hotel pode causar estranhamento. Em tom escuro, o visual moderno te faz pensar em um local masculino. Mas em relação a conforto, não deixa nada a desejar em comparação ao Hilton.


Bebida liberada no frigobar, produtos especiais no banheiro, café da manhã bem sortido e wi-fi tornam a estadia muito agradável. Não sei como fica a questão de localização, já que dormimos e logo cedo já fomos para outro lugar, mas era perto de uma estação de trem, o que deve facilitar e muito o deslocamento de quem por lá estiver.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A melhor pizza da Itália

Foi em Milão que comi a melhor pizza da Itália. Infelizmente não comi em Nápoles. Mas essa já me fez muito feliz. Em uma pizzaria próxima ao hotel, conseguimos jantar ali após garantir que iríamos sair antes das 21 horas, pois havia muitas reservas para este horário. Mas era apenas 19 horas e estávamos loucos de fome, portanto, duas horas eram mais do que suficiente.


A pizza não era vendida inteira, e sim por fatias, que custam a partir de 3.50 euros. Mas a fatia equivale a umas três nossas. Colocada no forno a lenha, com muito queijo, ela é simplesmente maravilhosa.

Recomendo e muito para quem for ficar hospedado próximo no Milano Hotel na Via Tazzoli. Infelizmente não guardei o nome, mas para quem sai do Milano, ela fica bem próxima, umas duas quadras se não me engano.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Verona além de Julieta

Para os fãs de William Shakespeare, é a terra onde Romeu e Julieta viveram a história de amor mais famosa de todos os tempos. Mas saindo do balcão de Julieta, iremos nos deparar com uma estátua de Garibaldi (figura mais do que conhecida entre os gaúchos) e com a Arena, um anfiteatro semelhante ao Coliseu, só que mais bem conservado, e hoje utilizado para eventos. Mas estes são apenas alguns exemplos das riquezas visuais que Verona oferece.





Vale a pena caminhar pela cidade, seus prédios pequenos, árvores antigas e praças abraçam o turista em sua atmosfera caseira e romântica. Para as mulheres, vale a pena também dar uma espiadinha nas lojas, enquanto os homens aproveitam para tomar um café em uma das aconchegantes cafeterias.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O que comprar em Veneza


 Além de linda, charmosa e romântica, Veneza tem itens muito legais de comprar.

Para quem tiver a oportunidade de conhecer a fábrica dos vidros de murano, existe a opção por vasos, porta-retratos, taças, entre outros itens. Todos lindos e por preços acessíveis, principalmente se comparado aos preços das lojas brasileiras que vendem produtos similares. Não é necessário ficar preocupado com o transporte, o pessoal da fábrica está preparado para atender turistas (inclusive existe atendente brasileiro) e as peças são muito bem embaladas.

Os berloques para pulseiras também valem muito a pena, por 15 euros, em média, é possível levar uma peça (lembrando que eles chegam a custar 150,00 reais em algumas joalherias brasileiras).

Uma peça que eu adorei, mas acabei não trazendo devido ao tamanho, foram as máscaras. Pintadas ora com cores vivas, ora com cores sombrias, as máscaras brincam com o imaginário, te fazendo voltar rapidamente ao tempo dos bailes em que vários segredos e amores eram protegidos por elas.

Nas barraquinhas a muitas camisetas, moletons, bonés, chaveiros e outros itens que utilizam a imagem da cidade em objetos que podem servir de lembrança ou de presente. Ou até mesmo salvar algum turista que iniciou o dia com sol e calor e se viu surpreendido por chuva e frio.

Em Veneza também nos deparamos com uma loja da Ferrari, que curiosamente, possuía mais pelas que a que encontramos em Milão. Neste caso, o valor é mais salgado, um chaveiro pode custar em torno de 20 euros, uma camiseta em média 45,00 euros e uma linda jaqueta vermelha em torno de 170 euros.

Enfim, não existe desculpa para voltar de mãos abanando.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Veneza – Cuidados na hora do lanche

Para se alimentar em Veneza, um item pode ter vários preços. Se você comprar e levar, ele custa x. Se você comprar e se sentar no local escolhido na parte interna, ele custa x + y. Se você comprar e sentar na parte externa do local escolhido, ele vai custar x * z.

Não é brincadeira, realmente existe diferença entre se comer em pé ou sentado. E isto é tão lucrativo, que é difícil ficar muito tempo sentado em uma escada pública, mesmo quando não há movimento, pois sempre parece um guarda para dizer que não é permitido sentar ali.

Na área da Praça de São Marco os valores podem ser ainda mais caros, na tradicional cafeteria do local, tomar um café em uma das mesas externas na rua pode sair por mais de 20 euros, visto que eles têm uma pequena orquestra tocando para os clientes.

Para quem quer economizar, os saborosos paninis e outros sanduiches também são encontrados em Veneza, por um preço médio de 5 euros, assim como o delicioso sorvete italiano, preço médio de 3 euros.

Existem também restaurantes espalhados pela cidade, como o do Hotel Danielle, como optamos por lanche (já que teríamos janta à noite), não sei dizer qual a média de preço, mas se em Roma um casal gastava em média 30 euros, imagino que eu Veneza deve ser em média 40.

Mas como em todas as cidades visitadas, existem opções para todos os gostos e bolsos.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O Hotel em Veneza

Em Veneza nos deparamos com o melhor hotel de todos. O Hilton faz jus à fama e oferece todo o conforto aos hospedes. No quarto, além de duas camas de casal para lá de confortáveis, água de boas vindas, internet liberada e no banheiro um kit neutrogena.
No quarto também havia um balde para pegar gelo na máquina que ficava no corredor. Além disso, era possível tomar chá e café, graças à cafeteira elétrica.
O café delicioso, assim como a janta. O tipo de lugar que não se tem um A para falar. Talvez o único problema seja ser fora da parte principal de Veneza, o que me deixou com a curiosidade de ver a cidade no turno da noite.







terça-feira, 31 de julho de 2012

Caminhar, caminhar, caminhar

Ir a Veneza é separar calçados e roupas confortáveis e se preparar para caminhar. Cheia de pequenas ruas, pontes e passagens, é uma verdadeira obra de arte sobre as águas.

Seu ar romântico se mistura as lojas de artigos típicos e de luxo. Entre sapatos caros, quadros e peças cheias de história, é possível usar roupas de época e uma máscara tipicamente veneziana para tirar uma foto de recordação.
Ao lado da igreja de São Marcos é possível ver um relógio que é digital, analógico e astrológico. E ao caminhar perto das embarcações, é possível passar pelo Hotel Daniela (quem assistiu O Turista irá lembrar) e a ponte dos suspiros, onde os condenados passavam, saindo do seu julgamento para a prisão.


Para quem estiver se sentindo cansado, mas o desejo de continuar percorrendo a cidade continua latente no sangue, as charmosíssimas gôndolas são uma ótima opção.



Apesar de parecer um labirinto, é possível se achar facilmente, afinal, é só seguir a direção da água. Então caminhe, em cada rua estreita, você pode encontrar uma nova emoção.





sexta-feira, 20 de julho de 2012

O que comer em Florença

Assim como eu Roma, é possível encontrar restaurantes que servem risoto, wraps, sanduiches e possibilitam um almoço gastando entre 5 e 15 euros por pessoa.

No local onde almoçamos, havia várias fotos na parede e um teto lindo. Aqui, como em todas as cidades da Itália, vale a pena tomar um sorvete. Nesta parada, eu escolhi um de abacaxi com avelã, simplesmente maravilhoso. O preço do sorvete é quase o preço de um sanduiche, mas vale a pena.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O Hotel de Florença

Após uma manhã viajando e uma tarde caminhando por Florença, hora de ir para o hotel, onde teríamos direito ao jantar.
Ficamos no Grand Hotel Adriatico, da rede Best Western, que fica na estreita Via M. Finiguerra.

Confortável, como quase todos os hotéis que pegamos, tinha banheira e chuveiro no banheiro. O café da manhã seguia o padrão do anterior: yogurte, croissant, ovos mexidos e suco natural.

O jantar servido também estava gostoso. Minha única observação é para a severidade em cumprir o horário de início para servir os pratos. Como se o fato de ser um grupo atrapalhasse o processo (isto que o restaurante do hotel não estava cheio). Não que eu seja contra pontualidade, longe disso, mas quanto você passou o dia correndo de um lado para o outro, existe o desejo de se ter mais de uma hora para tomar banho e descansar.






quarta-feira, 18 de julho de 2012

Minha mais nova marca favorita: Kiko

Para não ficar só nas críticas, em Florença descobri a minha mais nova marca favorita de maquiagem: Kiko.

Esmaltes lindos, batons maravilhosos (com um hidratante que funciona mesmo), a loja é bem organizada, preços visíveis e atendentes educados que lhe entregam uma pequena sacola preta para colocar os produtos e lhe dão dicas, caso você precise de auxilio.

Para quem gosta de cremes, maquiagem, enfim, cosméticos em geral, a Kiko deve ser visita obrigatória para quem vai para a Itália.


terça-feira, 17 de julho de 2012

A situação mais chata da viagem

Apesar de linda e agitada, dois fatores negativos acabaram marcando Florença para mim. O primeiro é o excesso de fumantes. Nunca vi tantos juntos, nem a minha alergia, o que me fez ter belas crises de tosse.

Também foi o lugar em que vivi a situação mais chata. Eu já havia entrado em várias lojas, pois estava em busca de uma base para o rosto, de uma marca específica, para a minha mãe. Caminhando entre as ruas, encontrei uma rede semelhante à Sephora e entrei. Encontrei o produto que procurava e questionei o preço, que era superior ao que eu havia visto no free shop. Agradeci e quando me dirigia para a saída, parei para olhar umas carteiras. Nisso, alguém colocou um perfume no ar. Se o meu nariz já estava irritada por causa do cigarro, terminou de se revoltar.

Me dirigi rapidamente à porta, pois um novo acesso de tosse iria começar. Mas o segurança resolveu se invocar e disparou o alarme manualmente para que eu abrisse a bolsa. E ai, tira máquina fotográfica, tira passaporte, tira carteira, celular, até que eu tirei uma sacola da Saraiva que tinha um protetor todo melecado dentro e passei no detector, disparando o alarme novamente. Abri o plástico e fiz com que o dito segurança pegasse o protetor todo melequento, ao qual ele só notou quando estava com o mesmo na mão, quando tentou ler e viu que não entendia nada além da palavra L’Oréal, disse que podíamos ir embora.

Ah... como eu sei que ele fez de propósito? Por que outro cliente com compras da loja foi passar e o detector também disparou e ele mandou a pessoa sair pela outra porta. Uma pena para eles, pois eu estava realmente inclinada em pegar um ar e comprar a carteira, mas depois do incidente, nem cogitei colocar os pés novamente na loja.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Perdidos em Anacapri

Capri é uma ilha para deixar qualquer um de queixo caído. Não é a toa que enquanto caminhávamos por Anacapri, observamos a vista como uma máquina fotografando todos os detalhes, mas não prestamos atenção no caminho.

Após descobrir que a tecnologia alcança todos os lugares, podendo sacar ali o dinheiro que não havíamos conseguido tirar na máquina do hotel e ainda por cima realizar as ligações telefônicas, depois de ficar com os dois telefones sem serviço, tiramos muitas fotos, olhamos muitas coisas, e o tempo foi se aproximando da hora de voltar.

Sem ver o guia por perto, e observando que faltavam quinze minutos para a saída do ônibus, optamos em iniciar de volta lentamente.

O detalhe é que após passar por um mimoso e florido cemitério, tínhamos que dobrar na primeira ruazinha à direita. Mas nós seguimos reto. Assim como outro casal. E ai começamos a descer e a descer, e não parávamos mais.

Comentei com o meu marido que estávamos perdidos e ele resolveu inventar de dobrar em outra rua que nos levou a lugar nenhum. Com a proximidade do horário que o nosso ônibus iria partir, começamos a correr por todas as ruas, até chegar numa que parecia a principal.

Foi perguntando pelo tourist bus que descobrimos que tínhamos que seguir para o lado direito. Ao chegar ao ônibus, descobrimos que mais pessoas haviam se perdido, gerando uma brincadeira geral, além de termos virados os salvadores do outro casal.

No outro dia, para não perder o humor, o meu digníssimo colocou sua camiseta escrito “Perdidão”, para coroar este dia inesquecível.