domingo, 18 de novembro de 2012

Do melhor ao pior


Paris oferece mil e uma coisas para os seus turistas se alimentarem. No primeiro dia, me apaixonei pelas máquinas do Mcdonalds, onde é possível fazer o seu pedido, pagar e só ir ao balcão retirar, sem precisar falar nada em francês. Além disso, os wraps e sorvetes são muito bons.
Também encontrei uma massa quatro queijos expressa que é divina, pena que não guardei o cupom com o nome do lugar, apenas me lembro de que suas placas eram verdes e havia um bem perto do hotel.
No Louvre também há excelentes opções, eu optei por uma pizza que dava direito a uma sobremesa (informo que é o lugar preferido da gurizada), mas muito prático para quem quer entrar logo no museu ou passear por suas lojas.
O traumático pra mim foi a janta de despedida que juntou todos os que participavam do tour. Só de me lembrar do prato, meu estomago fica embrulhado.  O dito era uma carne de pato marinado no próprio sangue com lentilha. Para desagrado dos garçons, a maioria dos pratos retornou quase intactos.
Eu quis bancar a corajosa (devido à fome que sentia) e cheguei a dar 3 garfadas, o gosto é enjoativo, e ao retornar para o hotel, acabei colocando tudo para fora. O que não foi nada agradável, já que às 6 horas saia o meu avião.
Então a minha única sugestão é: cuidado com os pratos exóticos. Se você for muito sensível, não vale a pena nem olhar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ajudando Claudia Tajes a completar uma história


Ganhar promoções que envolvam livros já é bom. Agora ganhar uma promoção em que você finaliza a história iniciada por uma das suas autoras favoritas é simplesmente maravilhoso.
Pois foi o que aconteceu comigo em uma promoção feita pela Zero Hora durante a feira do livro.

Aos que quiserem ver a história completa, clique aqui.

sábado, 3 de novembro de 2012

O Hotel de Paris


Antes de viajar, peguei a lista de hotel em que iriamos ficar e resolvi verificar a opinião que os hóspedes davam a eles. Por isso já estava preparada para o que encontraríamos em Paris.
Ficamos no Novotel Tour Eiffel. Como o nome sugere, ele ficava bem perto da velha senhora. Parecido com um pombal, externamente só aparecem as janelas do quarto. O café da manhã é bom, yogurtes, frutas, pães e sucos fazem parte do cardápio.
 

Além disso, oferece wi-fi e tem um atendente que fala português, o que foi ótimo para tirar dúvidas como onde comer na primeira noite.
O único problema é a sujeira. Algo nítido nos quartos, mas pelo qual eu já estava preparada psicologicamente e já havia avisado o Marco.
 

De todos os hotéis, este era o mais simples, mas pelo que eu havia lido sobre estadia na cidade iluminada, um dos melhores. Então posso dizer que, apesar de não ser o the best of, também não dá para se queixar tanto assim.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Na Estrada


Ao viajar pelas estradas da Europa, uma coisa bem comum de encontrar (e de almoçar) são os AutoGrill e similares. Separados em áreas, pode-se encontrar chocolates, livros, revistas, óculos, brinquedos, temperos, maquiagens, tudo a um preço bem amigável.
Nas lanchonetes, sanduíches e salgados apetitosos. Nos restaurantes, saladas, pasta, risoto, sobremesa, entre outros.
Para nós, eles foram extremamente úteis, pois foi graças às compras realizadas ainda na Itália que não tivemos a necessidade de trocar euros por marco suíço na nossa rápida passagem por Lucerna.
Fique atenta a promoção de chocolate: Kit Kat e Toblerone com preços inacreditáveis se comparados aos do Brasil.

sábado, 6 de outubro de 2012

Jantar e bunker no hotel de Dijon

 
Foi no hotel de Dijon que realizei uma das melhores refeições da viagem. O jantar oferecido foi divino. A entrada era uma sopa, eu, detesto sopa, mas me obriguei a provar e simplesmente amei. O prato seguinte foi um maravilhoso salmão e para fechar o melhor tiramisu que já provei.

 
O quaro era confortável como todos os que encontramos no caminho. O único detalhe curioso era o fato do vaso sanitário ficar separado do chuveiro e da pia, em uma peça separada, sem janela, como se fosse um bunker.

 
Confesso que o local não é dos mais agradáveis, já que pelo tamanho também pode ser confundido por uma sanitária. Também não achei muito higiênico, para os esquecidos, uma ótima maneira de não lavar as mãos.

 
O café bem servido e wi-fi para os hospedes. Um lugar tranqüilo de se dormir, combinando perfeitamente com a cidade.

 

Hotel Mercure Dijon Centre Clemencea
22 Boulevard de Marne; Dijon
  

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O mico da viagem

Na chegada ao hotel Radisson Blu Luzern, passamos pelo procedimento padrão, o guia entregou os nossos cartões e nos dirigimos aos elevadores. Havia dois. Estávamos juntos no primeiro grupo e entramos. Apertamos os botões e nada. Saímos todos e o mesmo estava acontecendo com o grupo que havia entrado no elevador ao lado.


Nisso um dos presentes observou um buraco e inseriu o seu cartão, neste momento o elevador habilitou automaticamente o andar do seu quarto. Inevitável todos caírem na risada. Pois parecíamos os chineses entrando e saindo em grupo das lojas, no nosso caso, do elevador. Para amenizar o mico, não havia nada indicando a necessidade de inserir o cartão. Mas desfeito o mistério, finalmente pudemos descansar.



Seguindo o padrão dos hotéis, o de Lucerna também era muito confortável, mesmo sem ter os mimos dos dois últimos. O que causou mais estranhamento foi o café da manhã, pois o cardápio era tipicamente oriental. Mas sempre há um yogurte para salvar quem vem dos trópicos.

sábado, 8 de setembro de 2012

Almoço suiço: Gramado e mamãe são melhores


Em território suíço, subimos o monte Rigi, após uma caminhada, fomos direcionado a um restaurante típico para almoçar fondue de queijo. Primeiro susto: o valor das bebidas. Uma coca zero custava cinco euros.

O atendimento foi péssimo, creio que o pior de todos na viagem. De entrada o próprio fondue de queijo, onde o único item fornecido para acompanhamento era um pão (ponto para Gramado e sua sequência de fondue que é bem melhor do que o suíço). Como o garçom esqueceu de colocar a peça para desligar o fogo, logo o restinho estava queimando e o cheiro infestando o lugar, só vindo buscar quando colocamos a panelinha em outra mesa (eles podem ter o mau humor alemão, mas nós temos o jeitinho brasileiro).

Depois do queijo cheiroso, foi servido um prato com uma espécie de mursilha (com um tamanho um tanto obsceno) e de sobremesa um bolo de chocolate que só serviu para sentir saudade da nega maluca da minha mãe.

Mas como tínhamos uma paisagem linda e os resquícios das nossas compras no Auto Grill italiano. Aliás, foi o Auto Grill e o café no hotel de Milano que salvou o nosso estômago na nossa rápida estadia em Lucerna.